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30 de setembro, 1 e 2 de outubro · Centro de Eventos da PUCRS, Porto Alegre

Cobertura

Performance de dança na abertura do CONGREGARH 2026, no palco principal

Dia 1 · 30 de setembro

O futuro começou em Porto Alegre

No primeiro dia do CONGREGARH, o palco principal foi do medo de dar certo ao etarismo, com respiração, inclusão e inteligência artificial no caminho. A plateia nomeou emoções, respirou junto e saiu com a pergunta do tema: quem imagina o futuro?

Milharesde participantes no Centro de Eventos da PUCRS
7palestras e painéis no palco principal no Dia 1
2arenas com programação o dia inteiro
19ªedição do principal evento de gestão de pessoas do Sul

O dia em vídeo

Toque para assistir ao vídeo do Dia 1, do Instagram da @abrhrs

Quadro do vídeo do Dia 1: participantes entre os estandes da ExpoCongregarh

A abertura

Dança, auditório cheio e uma pergunta

Rosimeri Dalagnol Severo e Pedro Fagherazzi no palco principal, com a imagem dos dois no telão

O dia começou com dança no palco principal e o auditório cheio, na 19ª edição do CONGREGARH. Pedro Fagherazzi, presidente da ABRH-RS, lembrou que quem trabalha com pessoas vê o futuro começar em situações bem conhecidas. Rosimeri Dalagnol Severo falou de um evento construído por muitas mãos. E Lu Beretta, curadora ao lado de Ali Silveira, destacou que se vivia ali algo que um dia existiu na imaginação de alguém.

Para Ali, a tecnologia veio para auxiliar, não para substituir. Para Lu, uma máquina pode participar de uma decisão, mas não está na pele de quem será impactado por ela. Rosimeri desejou três dias de grandes conexões e de troca de experiências.

“Imaginar o futuro é também criar as condições para que mais pessoas possam participar dele”

Pedro Fagherazzi
  • Pedro Fagherazzi sorri no palco principal, com um papel na mão

    Pedro Fagherazzi

    Presidente da ABRH-RS

  • Rosimeri Dalagnol Severo fala ao microfone na abertura

    Rosimeri Dalagnol Severo

    Presidente do Conselho Deliberativo da ABRH-RS

  • Ali Silveira sorri em foto posada na abertura

    Ali Silveira

    Curadoria

  • Lu Beretta sorri em foto posada na abertura

    Lu Beretta

    Curadoria

Autossabotagem

91% já sentiram medo de dar certo

Natália Sousa fala no palco principal, com a plateia ao fundo

A jornalista Natália Sousa, autora do livro “Medo de dar certo”, abriu o palco com uma pesquisa feita com mais de 100 pessoas: 91% já sentiram receio intenso diante da possibilidade de algo dar certo, e 70% tiveram vergonha de falar disso. Contou a história do pai, que sonhava ser jogador de futebol: aprovado no exame médico, relatou na consulta um acidente da infância e acabou não sendo aceito.

  • Natália Sousa sorri durante a palestra

    Natália Sousa

“Nem sempre o medo é um sinal de estarmos despreparados, mas é só um sinal de que estamos lidando com a grandiosidade dos nossos sonhos”

Natália Sousa

Maestria emocional

Primeiro, dizer o que se sente

Marta Magnus e Daniel Newby conversam no palco principal

Identificar a emoção do momento e contar a quem estava ao lado. Com esse convite, Daniel Newby, cofundador da Dignity Inc., abriu a palestra sobre maestria emocional. Para ele, é preciso reconhecer, nomear e regular as próprias emoções. Compreender o que se sente, defendeu, é um passo para melhorar relações, tomar decisões e lidar com resistência e mudança nas organizações.

Na entrevista, a coach Marta Magnus, sócia-fundadora da Voal, aprofundou o papel das emoções nas relações profissionais: expressar os sentimentos de maneira adequada e compreender as emoções dos outros. A sessão tratou ainda de riscos psicossociais nas empresas e do conceito de dignidade.

“As emoções impulsionam o comportamento”

Daniel Newby
  • Daniel Newby sorri no palco principal

    Daniel Newby

  • Marta Magnus durante a entrevista no palco principal

    Marta Magnus

    Entrevista

Participantes sentados na plateia do palco principal olham para o palco
Palco principal, 30 de setembro

Respiração

A plateia respirou junto

Fera Carvalho Leite no palco principal, sob o telão com um slide da palestra

A palestra terminou com a plateia em exercícios de respiração, conduzidos por Fera Carvalho Leite. Antes, em “DrogARia”, a atriz e especialista em neurociência da respiração aplicada à saúde mental explicou como o ato de respirar se liga ao sistema nervoso autônomo. O sistema simpático está associado aos estados de alerta e emergência. O parassimpático atua nos momentos de descanso e contribui para o sono e a criatividade.

  • Fera Carvalho Leite sorri durante a palestra

    Fera Carvalho Leite

“A respiração é automática para garantir nossa sobrevivência, mas ela é voluntária e consciente para permitir nossa transformação”

Fera Carvalho Leite

Marcas gaúchas

Em comum, o não óbvio

Marcus Rossi, Ali Silveira e Caroline Torma conversam no palco principal, com o telão ao fundo

Mais de 4 mil pessoas trabalham diretamente no Planeta Atlântida, evento que existe há 30 anos. A conta é de Caroline Torma, diretora-executiva de Marketing e Negócios Entretenimento e TV do Grupo RBS, que lidera o projeto desde 2022. Ela falou dos desafios de assumi-lo e da construção coletiva das soluções.

Marcus Rossi, fundador e CEO da Gramado Summit, criou o evento pela vontade de empreender sem deixar Gramado, onde nasceu e cresceu. Contou que o via como hobby até se dar conta de que tinha virado um negócio. Na mediação, Ali Silveira abriu a conversa com o que, para ela, aproxima os dois projetos: o não óbvio.

“Só existe futuro no momento em que as pessoas se conectam, trocam ideias e encontram um meio do caminho para fazer algo acontecer”

Marcus Rossi
  • Marcus Rossi fala ao microfone no painel

    Marcus Rossi

  • Caroline Torma fala ao microfone no painel

    Caroline Torma

  • Ali Silveira sorri em foto posada no auditório do palco principal

    Ali Silveira

    Mediação

Inclusão

Foi à Justiça para se formar médica

Dra. Daniela Bortman no palco principal, com o telão mostrando o slide de apresentação dela

Primeira médica tetraplégica do Brasil, a Dra. Daniela Bortman sofreu o acidente aos 23 anos, em pleno curso de Medicina, e foi à Justiça para poder concluir a graduação. Hoje especialista em Medicina do Trabalho, falou sobre a construção de um futuro inclusivo. Contou que chegou a pensar em desistir da carreira. O pai a incentivou a continuar a faculdade e a buscar lugar no mercado de trabalho. Das organizações, reforçou a responsabilidade na construção de ambientes mais inclusivos.

  • Dra. Daniela Bortman sorri durante a palestra

    Dra. Daniela Bortman

“Quem trabalha com gente não pode se dar ao luxo de não ser inclusivo”

Dra. Daniela Bortman

Inteligência artificial

Automatizar não é novidade

Carolina Ferreira, Fernanda Smith Bastian Brunetto e Rafael Martins no palco principal, sob o telão com uma pergunta do painel

Automatizar processos não é novidade: está no mundo do trabalho desde a Revolução Industrial. Quem lembrou foi Carolina Ferreira, diretora de Pessoas, Marketing e ESG da Alelo. Para ela, a diferença está no nível de envolvimento das pessoas com a transformação atual.

Fernanda Smith Bastian Brunetto, VP de Recursos Humanos Global da ANDRITZ Hydropower, vê de forma positiva a relação entre profissionais e tecnologia. As duas compartilharam a experiência de implementar a digitalização e ferramentas de inteligência artificial em suas organizações. Discutiram os impactos sobre o trabalho e a gestão de pessoas. A mediação foi de Rafael Martins, CEO do Share e colunista de tecnologia e IA na Zero Hora.

“Que a gente possa falar que nós seremos melhores com a IA”

Fernanda Smith Bastian Brunetto
  • Carolina Ferreira sorri durante o painel

    Carolina Ferreira

  • Fernanda Smith Bastian Brunetto fala ao microfone no painel

    Fernanda Smith Bastian Brunetto

  • Rafael Martins fala ao microfone no painel

    Rafael Martins

    Mediação

Etarismo

O que as empresas ainda não absorveram

Fran Winandy, Fera Carvalho Leite e Alice Urbim conversam em poltronas no palco principal

As carreiras estão mais longevas e as pessoas permanecem por mais tempo no mercado de trabalho. A constatação é de Fran Winandy, autora do livro “Etarismo, um novo nome para um velho preconceito”, no painel que fechou o dia no palco principal. A conversa tratou do envelhecimento da força de trabalho e dos impactos do etarismo, especialmente sobre as mulheres.

Fera Carvalho Leite chamou atenção para os efeitos sociais e emocionais da exclusão: quem é invalidado pela idade sente solidão, não pertencimento e medo. A mediação foi da jornalista Alice Urbim. No fim, uma reflexão sobre valorizar profissionais 60+ nas organizações e promover a convivência entre gerações no ambiente de trabalho.

“50 anos não é velho, não é tarde. Só que as empresas ainda não absorveram isso”

Fran Winandy
  • Fran Winandy fala ao microfone no painel

    Fran Winandy

  • Fera Carvalho Leite com o microfone na mão no painel

    Fera Carvalho Leite

  • Alice Urbim fala durante a mediação do painel

    Alice Urbim

    Mediação

Pelos corredores

Reencontros, arenas e ExpoCongregarh

Participantes se abraçam nos corredores do evento
Movimento na ExpoCongregarh
ExpoCongregarh
Quatro participantes posam em frente ao painel do CONGREGARH 2026
Estande da ABRH-RS
Participantes com camisetas do Jovem Aprendiz
Participantes se cumprimentam na feira
Estande na ExpoCongregarh
Palestra na Arena ABRH Estágio
Arena ABRH Estágio
Palestra na Arena Uniodonto
Arena Uniodonto

A cobertura continua

O Dia 2 está na aba ao lado

O segundo dia do CONGREGARH, sessão por sessão.

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Auditório do palco principal do CONGREGARH 2026 visto do fundo, com o palco e o telão no centro

Dia 2 · 1º de outubro

O futuro tem pressa

No segundo dia do CONGREGARH, o palco principal fez contas com o tempo: um estado dez anos mais velho que o país, um milhão de carros que passou de 13 anos para dois meses. Depois do almoço veio a pausa, e a tarde olhou para quem vai criar o futuro.

Milharesde participantes no Centro de Eventos da PUCRS
9palestras e painéis no palco principal no Dia 2
2arenas com programação o dia inteiro
19ªedição do principal evento de gestão de pessoas do Sul

O dia em vídeo

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Quadro do vídeo do Dia 2: participantes nos corredores da ExpoCongregarh

Economia e trabalho

Juros mais altos, desemprego na mínima

André Nunes de Nunes no palco principal, sob o telão com o título da palestra

André Nunes de Nunes, economista-chefe do Sicredi, abriu o palco principal com dados: juros estruturalmente mais altos nos próximos anos, o Brasil percebido no exterior como fornecedor estável, a menor taxa de desemprego da série histórica e recorde na taxa de ocupação. O desafio que apontou está na idade. Com a população envelhecendo, é preciso manter pessoas mais velhas por mais tempo no mercado de trabalho. E o Rio Grande do Sul, disse, precisa estar à frente na busca por soluções.

  • André Nunes de Nunes fala ao microfone no palco principal

    André Nunes de Nunes

“O Rio Grande do Sul é 10 anos mais velho do que o Brasil em pirâmide etária”

André Nunes de Nunes

Velocidade

De 13 anos para dois meses

Henri Karam no palco principal, sob o telão com um slide da palestra

Treze anos para chegar ao primeiro milhão de carros produzidos. Dois meses para repetir a marca. Com a conta da BYD, fabricante de veículos elétricos em que é head de Comunicação, Henri Karam mostrou a velocidade com que a tecnologia avança: segundo ele, organizações que aprendem a lidar com novas tecnologias evoluem cada vez mais rápido. Destacou o repertório como ferramenta de decisão. Sobre IA, lembrou que as ferramentas partem de conteúdo que já existe, e por isso gerar conhecimento continua necessário.

  • Henri Karam fala durante a palestra

    Henri Karam

“O repertório ajuda as pessoas a reconhecer os sinais e a cultura ajuda a empresa a agir sobre eles”

Henri Karam

Accountability

A parte de cada um no problema

Julia Gianzanti no palco principal, com a imagem dela e um slide no telão

Quando a dor é sua, é preciso buscar uma solução. Quando você faz parte do problema, também faz parte da solução. Sobre esses dois pilares, a psicóloga Julia Gianzanti, especialista em liderança e cultura, apresentou accountability: a capacidade de responder pelos próprios atos e assumir responsabilidade diante das situações. A proposta é olhar para a sua participação na origem dos problemas antes de apontar para os outros.

  • Julia Gianzanti durante a palestra

    Julia Gianzanti

“Você não muda o outro, mas muda a forma que você influencia e impacta as pessoas”

Julia Gianzanti

IA e humanidade

Agora. Novo. Próximo

Ed Soo Hoo no palco principal, sob o telão com o slide de abertura da palestra

Ed Soo Hoo, CTO da Lenovo, fechou a manhã recusando duas leituras da inteligência artificial: a da guerra e a da simples substituição de pessoas. O que está em jogo, para ele, é aprender a controlar e gerenciar melhor essas ferramentas. Deixou também um jeito de pensar a mudança, na empresa e na vida pessoal: acelerar o que já existe, construir o novo, criar o próximo.

  • Ed Soo Hoo durante a palestra, com o passador de slides na mão

    Ed Soo Hoo

A palestra

IA, Ética e Humanidade

Participante fotografa o palco principal com o celular
Palco principal, 1º de outubro

Terapia do som

Uma pausa em meio ao excesso

Rafael Cameron fala ao microfone no palco principal, ao lado de uma mesa com instrumentos

A tarde começou com exercícios práticos e uma imersão sonora. Rafael Cameron, músico formado pela Berklee College of Music e fundador da Damaru Terapia Sonora, propôs espaços de pausa em meio ao excesso de informações e mostrou como diferentes estímulos sonoros podem influenciar a forma como as pessoas percebem o ambiente e respondem a ele. Pensar o futuro, disse, exige flexibilidade cognitiva e imaginação.

  • Rafael Cameron fala ao microfone

    Rafael Cameron

A palestra

Pausa para ser: experiência com técnicas de terapia do som

Engajamento

Habilitar pessoas em vez de controlar

Claudio Lopez M. no palco principal, sob o telão com o título da palestra

No Brasil, 32% dos trabalhadores estão comprometidos com o trabalho. O dado foi levado ao palco por Claudio Lopez M., diretor executivo do Centro de Experiência e Serviços da Universidad Adolfo Ibáñez e sócio da HumanX. Para ele, a dificuldade maior está em como pessoas e empresas aprendem a lidar com as novas ferramentas, e as organizações precisam superar práticas que priorizam o controle em vez de habilitar pessoas.

  • Claudio Lopez M. sorri durante a palestra

    Claudio Lopez M.

“Isso é um número muito baixo, apesar de ser um pouco acima da média na América Latina, que é de 30% e, no Chile, de 19%”

Claudio Lopez M.

Dupla inteligência

O que não se delega à máquina

Letícia Setembro no palco principal, sob o telão com um slide sobre implementação de IA

Competências humanas básicas estão difíceis de encontrar para 80% dos profissionais de RH, segundo dados apresentados pela futurista Letícia Setembro, fundadora da Seek Futures. Sobre a IA, ela falou da chamada dupla inteligência: além de saber usar as ferramentas, pensar criticamente ao delegar tarefas às máquinas. Decisões que envolvem negociação, disse, não podem ser simplesmente transferidas para a tecnologia. Para líderes, apontou três habilidades: autorregulação, autopercepção e inteligência temporal.

  • Letícia Setembro fala durante a palestra

    Letícia Setembro

“O futuro do trabalho começa no estado de quem vai criá-lo”

Letícia Setembro

Sensibilidade e arte

Onde o manual de gestão não chega

Soraia Schutel sorri e gesticula no palco principal

Os manuais tradicionais de gestão não bastam para os desafios atuais. A avaliação é de Soraia Schutel, especialista em inovação, liderança e sustentabilidade, que aproximou liderança, filosofia e arte. Para ela, o futuro pode ser digital, mas precisa continuar sendo humano, e por isso criatividade, imaginação, sonho, sensibilidade e autoconhecimento ganham importância. A cultura organizacional, disse, também se constrói a partir de rituais, e a arte recupera uma linguagem simbólica fundamental para a experiência humana.

  • Soraia Schutel sorri durante a palestra

    Soraia Schutel

A palestra

Sensibilidade e arte para liderar

Liderança na incerteza

Desde 2020, apagando incêndios

Sabrina Thomazi, Giuliano Fornazier e Leandro Firme conversam em poltronas no palco principal

Desde 2020, as empresas vivem uma sequência de crises, num movimento permanente de apagar incêndios. A leitura é de Giuliano Fornazier, diretor da FIERGS e presidente do Comitê de Gestão de Pessoas da Abicalçados. Apontou o efeito da pejotização e das plataformas de aplicativos sobre a disponibilidade de profissionais para a indústria. As empresas, disse, deixam de faturar pela falta de mão de obra.

Um hospital público na Baixada Santista. O Hospital São Lucas da PUCRS na pandemia. A Unimed Porto Alegre nas enchentes do Rio Grande do Sul. Leandro Firme, CEO da Unimed Porto Alegre, percorreu a própria trajetória para discutir como lidar com o imprevisível. Defendeu a escuta ativa e ambientes que permitam equilíbrio e descompressão. A mediação foi da psicóloga e jornalista Sabrina Thomazi.

“Em momentos de incerteza é preciso termos clareza para onde vamos”

Leandro Firme
  • Giuliano Fornazier fala ao microfone no painel

    Giuliano Fornazier

  • Leandro Firme fala ao microfone no painel

    Leandro Firme

  • Sabrina Thomazi fala ao microfone na mediação do painel

    Sabrina Thomazi

    Mediação

Pelos corredores

Entre uma palestra e outra

Participante fotografa o pórtico do CONGREGARH 2026
Movimento entre os estandes da ExpoCongregarh
ExpoCongregarh
Três participantes posam para foto no evento
Dupla faz selfie em frente ao estande da PUCRS
Três participantes fazem selfie em frente ao estande da ABRH-RS
Movimento no corredor do evento
Participante é fotografada em frente a um estande da ExpoCongregarh
Palestra na Arena ABRH Estágio
Arena ABRH Estágio
Palestra na Arena Uniodonto
Arena Uniodonto

A cobertura continua

O Dia 3 está na aba ao lado

O último dia do CONGREGARH, sessão por sessão.

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Palco principal do CONGREGARH 2026 com o telão no alto e as poltronas do painel da manhã

Dia 3 · 2 de outubro

Um futuro humano

No último dia do CONGREGARH, o palco principal falou de gente: da diversidade que vira prática ao que diferencia as pessoas das máquinas, com o medo, Brasil e Coreia do Sul, liderança e human skills no caminho. No encerramento, o show do Papas da Língua.

Milharesde participantes no Centro de Eventos da PUCRS
6sessões no palco principal no Dia 3: um painel e cinco palestras
2arenas com programação pela manhã
19ªedição do principal evento de gestão de pessoas do Sul

O dia em vídeo

Toque para assistir ao vídeo do Dia 3, do Instagram da @abrhrs

Quadro do vídeo do Dia 3: o telão do palco principal com a marca do CONGREGARH 2026

Diversidade

Da diversidade à prática

Inês Amaro, Daniele Lopes e Marcelo Pirani conversam em poltronas no palco principal

O painel que abriu o último dia no palco principal tratou da importância de ambientes de trabalho mais diversos e dos caminhos para que as organizações transformem a diversidade em prática. Para Marcelo Pirani, professor dos cursos de Alta Gestão na FGV e CEO da Cenarium, construir esses ambientes exige disposição para compreender o outro a partir da perspectiva dele, e não daquela que gostaríamos que ele tivesse.

Daniele Lopes, líder de Inovação e Estratégia na SLC Agrícola, falou de pertencimento: pertencer de verdade a uma instituição passa por se sentir à vontade para levar a própria visão aos processos. A mediação foi de Inês Amaro, diretora de Diversidade da ABRH-RS.

“Não adianta trazer a diversidade se não fomentar a segurança para as pessoas se sentirem à vontade para contribuir”

Daniele Lopes
  • Marcelo Pirani fala ao microfone no painel

    Marcelo Pirani

  • Daniele Lopes fala ao microfone no painel

    Daniele Lopes

  • Inês Amaro fala durante a mediação do painel

    Inês Amaro

    Mediação

Emoções e IA

Toda emoção é um dado

Emanuel Aragão no palco principal, sob o telão com o slide Medo vs ansiedade

As emoções funcionam como informações sobre o próprio estado humano. Desse ponto partiu o filósofo e psicanalista Emanuel Aragão para pensar o medo num cenário marcado pelo avanço da inteligência artificial. Para ele, as máquinas nunca morrem e, por isso, não se importam com estar indo bem ou mal. As pessoas se importam com a finitude e tentam fazer o seu melhor. O medo, disse, impulsiona a busca por alternativas e estimula a capacidade de imaginar soluções.

  • Emanuel Aragão sorri durante a palestra

    Emanuel Aragão

“O medo é essencial para que a gente se mova”

Emanuel Aragão

Inteligência cultural

Prevenir ou reparar

Hui Jin Park no palco principal, com a imagem dela no telão

A estrategista e pensadora Hui Jin Park apresentou cinco diferenças na forma como brasileiros e sul-coreanos se relacionam com o mundo. Na Coreia do Sul há uma maior valorização do coletivo; no Brasil prevalece uma postura mais individualista. Diante das situações, os sul-coreanos são mais preventivos, e os brasileiros tendem a ser mais reparativos. Aqui a comunicação é mais vocal e verbal; lá, passa com mais frequência por gestos. Propôs refletir sobre um possível ponto de equilíbrio entre essas formas de perceber o mundo.

  • Hui Jin Park fala durante a palestra

    Hui Jin Park

A palestra

Brasil e Coreia do Sul: Contrastes e Convergências da Inteligência Cultural

Ambiente de trabalho

Liderança primeiro, lucro depois

Cauê Oliveira no palco principal, sob o telão com o slide A cultura impulsiona a performance

Primeiro, a liderança, a pedra fundamental. Depois, a experiência, a cultura e a performance, alinhada a lucro e produtividade. Essa é a ordem, segundo Cauê Oliveira, diretor do Great Place to Work Brasil, para construir um ambiente de trabalho sustentável. Um erro comum, disse, é inverter a ordem e priorizar só o lucro e a produtividade: os resultados tendem a ser consequência do engajamento das equipes, construído com boa liderança, experiências positivas e uma cultura consistente.

  • Cauê Oliveira sorri durante a palestra

    Cauê Oliveira

“A missão do GPTW é construir uma sociedade melhor, transformando cada organização em um great place to work for all”

Cauê Oliveira

Human skills

Habilidades acima dos títulos

Borja Castelar no palco principal, sob o telão, com os instrumentos do show ao fundo

O futuro do trabalho exige mais do que domínio técnico. Para Borja Castelar, ex-diretor do LinkedIn na Europa e América Latina, habilidades e competências passam a ter peso cada vez maior em relação aos títulos formais. Defendeu a mentalidade de eterno aprendiz e caminhos para desenvolver human skills: o teatro para a comunicação, a música e a pintura para a criatividade. Sobre a inteligência artificial, destacou que a qualidade das respostas depende de fazer boas perguntas e de dar contexto.

  • Borja Castelar durante a palestra

    Borja Castelar

“Quem triunfa não é quem melhor sabe, mas quem melhor comunica”

Borja Castelar

Cultura e trabalho

Legitimar o não saber

Michel Alcoforado no palco principal e no telão, ao lado do slide O mundo é uma caixinha de problemas

A cultura funciona como uma lente para interpretar o mundo, e as organizações vivem um momento inédito, com diferentes gerações no mesmo ambiente profissional. A leitura é do antropólogo Michel Alcoforado, fundador do Grupo Consumoteca e autor de “Coisa de Rico”. Entre os comportamentos que precisam ser revistos, apontou a terceirização do pensamento para a inteligência artificial, a confusão entre conforto e colaboração e a punição do erro. Propôs legitimar o “não saber”.

  • Michel Alcoforado fala durante a palestra

    Michel Alcoforado

“Os colaboradores precisam ressignificar sua relação com o trabalho, resgatar o sentido de suas atividades e construir novas formas de pertencimento”

Michel Alcoforado
A banda Papas da Língua toca no palco principal, sob luz azul
Show de encerramento com o Papas da Língua

Pelos corredores

O último dia na ExpoCongregarh

Participante retira a credencial no autoatendimento do CONGREGARH 2026
Movimento entre os estandes da ExpoCongregarh
ExpoCongregarh
Participantes conversam e sorriem na feira
Corredor movimentado da ExpoCongregarh
Participantes conversam nos corredores do evento
Participantes circulam entre os estandes
Participante sorri em conversa nos corredores do evento
Palestra na Arena ABRH Estágio
Arena ABRH Estágio
Palestra na Arena Uniodonto
Arena Uniodonto

Encerramento

Três dias, uma pergunta

Palco principal, arenas e ExpoCongregarh em torno do tema desta edição: quem imagina o futuro? A cobertura dos três dias fica aqui, sessão por sessão.

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Saiu na imprensa

O CONGREGARH nas notícias

O que os veículos publicaram sobre o evento. Toque para ler.

Quem constrói o CONGREGARH

As marcas que patrocinaram, expuseram e apoiaram a edição de 2026.

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Unimed

apoio institucional

PUCRSSistema FIERGS

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Raiô Benefícios

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UniodontoABRH Estágio

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